Estudo na Coréia do Sul destaca que um maior consumo de pescado diminui o risco de perda de massa óssea em pessoas acima dos 50 anos

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A osteoporose caracteriza-se pela ocorrência de baixa massa óssea, aumentando a suscetibilidade à fraturas. É reconhecida como um sério problema de saúde pública, que afeta as mulheres na pós-menopausa e as pessoas idosas.
Cientistas do Departamento de Alimentos e Nutrição da Universidade de Hanyang, na Coréia do Sul, pesquisaram a hipótese de que o consumo de pescado está positivamente associado à massa óssea e negativamente associado ao risco de osteoporose em coreanos e americanos com mais de 50 anos.
O estudo indicou que “existe uma correlação positiva entre o consumo de pescado e a densidade mineral óssea (DMO) do fêmur total, do colo do fêmur e da coluna lombar em coreanos”. O estudo também observou que “a análise de regressão logística multivariada mostrou uma associação significativa entre o consumo de pescado e o risco de osteoporose em coreanos, mas não em americanos.”
Coreanos consomem em média 4 a 5 vezes mais pescado do que americanos.
Os cientistas concluíram que o consumo de pescado está associado a DMO e um menor risco de osteoporose em coreanos, mas não em americanos, o que sugere que um nível mínimo de consumo de peixes, crustáceos e moluscos deve ser recomendado para proteger contra a perda óssea e osteoporose.

Referência: Choi E. & Y. Park. Th e Association between the Consumption of Fish/Shellfi sh and the Risk of Osteoporosis in Men and Postmenopausal Women Aged 50 Years or Older. Nutrients 2016, 8(3), 113; doi: 10.3390/nu8030113.
http://www.mdpi.com/2072-6643/8/3/113/htm